
Mesmo a meio da noite
gritando sem voz
consegui que entendesses.
E pela primeira vez falei
as palavras sagradas:
"Amo-te muito!"
Foi a maior verdade
e ainda assim realidade
dos dias que agora passam.
E o silêncio reinou
alguém suspirou
mas nem por isso desliguei.
Assustei-me por pensar
que estavas ausente
mas respondeste firmemente
"Amo-te!"
E não, não estava a sonhar.
Agora apenas espero
em Novembro poder mostrar
aquilo que te disse agora
e que sinto sem negar.
Senti que naqueles segundos
algo a ti me prendia
como um fio de qualquer coisa
que não parte, não quebra
não desaparece.
Uni-me a ti nesta espiral de sentimentos
que espero não ter fim.
"Quero sentir-me sempre assim ao teu lado..."
Da tua,
Pekenina
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