Sunday, May 1, 2011

Chris de Burgh–Borderline II

Há uns bons tempos fiz este post.

Agora…

Chris de Burgh no Royal Albert Hall, Londres dia 18 de Abril de 2011…

O som vale o que vale e a imagem idem (gravado com telemóvel e editado para ficar mais leve é o que dá…), mas a experiência foi sem dúvida cinco estrelas.

Aqui deixo a música em versão estúdio que me dá sempre um arrepio e lágrimas ao canto do olho pela melodia e letra…

Tuesday, April 26, 2011

T., uma tartaruga diferente

A tartaruga foi a minha companhia durante mais de 15 anos e durante todo esse tempo ganhou hábitos e foi mostrando as suas peculiaridades, como todos os animais domésticos.

- Não gostava do aquário (e sim, era uma tartaruga), por isso passou a andar no chão da casa;

- Adormecia sempre debaixo do tapete em frente à banheira. Sabia que no dia seguinte alguém ia tomar banho e o wc ia ficar quente. Nessa altura saía debaixo da toalha (depois de uma pisadela sem querer) e colocava-se em cima dos nossos pés enquanto nos secávamos;

- Depois fazia o jogging matinal e ia até à cozinha onde se colocava novamente em cima dos pés de quem estivesse a preparar o pequeno-almoço; (só irritava quando precisávamos de cozinhar e ela não deixava por estar em cima dos nossos pés)

- Dentro do aquário era onde comia e fazia as necessidades. Raramente (em 15 anos só me lembro de ter acontecido umas 4 vezes) fazia esses coisas ao longo da casa;

- Adorava a cor branca. Fossem paredes ou calças ou meias lá ia ia dela direitinha a tentar trepar o que quer que fosse (muitas vezes esbarrava contra o frigorífico);

- No inverno durante o dia estava em frente à grelha do frigorífico (de onde sai ar quente) e à noite adormecia dentro das minhas pantufas;

- Cheguei a levá-la dentro da mochila pois entrou sem eu dar conta. Qual não foi o meu espanto quando abri a mochila para tirar livros/cadernos e lá estava ela…;

- Detestava que lhe mexessem na carapaça: levantava-se alta sobre as quatro patas e abanava-se de um lado para o outro como quem diz “pára lá com isso que faz cócegas!”;

- Detestava ser levantada só com uma mão. Sentia-se suspensa e começava a nadar no ar. Mau era quando as patas traseiras nos chegavam aos punhos e quase perfuravam a pele;

- Adorava dormir na minha cama. Ficava ali quieta ou colocava só a cabeça debaixo da almofada do lado. Era lindo…;

- Fora ir buscá-la para ver se estava tudo ok e os seus passeios da manhã, estava sempre escondida num canto. Detestava confusões e só se notava a sua presença diária quando tinha fome;

- Quando púnhamos roupa no chão para separar por cores não podíamos deixar o “monte” fora de vista pois corríamos o risco que ela se enfiasse para lá sem darmos por isso. Uma vez quase foi parar à máquina de lavar roupa…

Era uma tartaruga que mais parecia um cão. Farejava tudo. Adorava uvas, espinafres; detestava cerejas.

Era limpa com cotonetes e uma escova de dentes soft. Não falava, não se exprimia, mas em 15 anos deu-se a conhecer muito bem… E para quem só aparecia de manhã, já está a deixar muita saudade…

13Abr11

T. numa destas manhãs Smile
(1995-2011)

Sunday, April 10, 2011

B Smart! II

Palavras para quê?

“Smart fortwo. Uma grande ideia para dois.”

Um mimo não é? Smile

Monday, April 4, 2011

B Smart! I

É mais que um carro… Uma filosofia! Smart paradois!

E se a última forma não for muito conveniente… Há sempre esta Winking smile

E não me venham dizer que há obstrução do passeio, que no sítio onde estaciono ainda páro antes da linha das árvores! (Essas sim, literalmente no meio do passeio…)

 

Nota: Nenhum dos carros é meu, mas fica o registo de já ter estacionado de todas as maneiras e feitios, o que não seria possível em qualquer outro carro deste tipo. Smile

Sunday, March 20, 2011

Penitência da Quaresma

Foi no dia 4 de Março que deixei de dar com os dentes. Vamos lá a ver se é desta!

Será desta que vou deixar de roer as unhas? Não é que me façam falta gáfias ou garras ou qualquer coisa parecida. Sempre que precisei delas, mesmo curtas, nunca me deixaram ficar mal. Sempre cumpriram a sua função, fosse ela qual fosse. Mas isto de roer as unhas já me trouxe muita chatice por não ser muito saudável e vá, há que admitir que até ficam bem se crescerem um bocadinho e se forem bem tratadas. E bem tratadas não é sinónimo de manicures. Nada disso! Tudo “by my self” e o mais natural possível. Posso dizer que tem corrido bastante bem:

1. Desde o dia 1 que nunca mais roí;
2. Sempre que alguma está para partir agarro uma lima ou corta-unhas;
3. É uma tentação constante, mas cá vou aguentando…

Será que vou conseguir mais do que os 40 dias até à Páscoa? Smile

Beijinhooo